MOTIVADORES DA FIDELIZAÇÃO FEMININA NA CORRIDA DE RUA EM ITAJAÍ

Autores

  • CRISTHIAN DA SILVA Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)
  • KARLA CRISTINA DA SILVA CABRAL Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)
  • TATIELE MEDEIROS NUNES Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI)

DOI:

https://doi.org/10.16887/q7b90507

Palavras-chave:

Corrida de rua, Mulheres, Fatores Motivacionais

Resumo

Introdução: A corrida de rua é uma atividade física que cresce continuamente em número de praticantes. Pessoas de ambos os sexos, especialmente mulheres, aderem e permanecem nessa prática por diferentes razões. Objetivo: O presente estudo tem como objetivo analisar os fatores motivacionais que influenciam a fidelização das mulheres na corrida de rua na cidade de Itajaí. Metodologia: Para isso, serão aplicados dois questionários. O primeiro contém 25 questões relacionadas ao perfil das corredoras, abordando idade, estado civil, escolaridade, renda e barreiras enfrentadas na prática esportiva. O segundo é baseado no Inventário de Motivação à Prática Regular de Atividade Física/Esporte (IMPRAFE 54) (BALBINOTTI; BARBOSA, 2008), que avalia seis dimensões da motivação: controle de estresse, saúde, sociabilidade, competitividade, estética e prazer. Os questionários foram respondidos presencialmente e online por 67 mulheres integrantes de grupos e assessorias esportivas de Itajaí, com idades entre 18 e 69 anos. Cuidados éticos foram adotados, garantindo o consentimento das participantes. A análise dos dados foi realizada por meio de tabulação em planilha Excel, com gráficos, dados numéricos e explicações textuais. Resultados: Observou-se que o principal fator motivacional para a fidelização à corrida de rua é a saúde, seguido de prazer, controle de estresse, sociabilidade e estética. A competitividade apresentou menor influência. Conclusão: Conclui-se que a busca por saúde e bem-estar é o principal motivo que leva as mulheres a manterem a prática regular da corrida de rua em assessorias esportivas de Itajaí. Espera-se que os resultados contribuam para o planejamento e periodização das assessorias esportivas da cidade.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Alves, A. C., Campelo, E., Fortes, D., Truccolo, A. B., Cardoso, M., Crescente, L., & Siqueira, O. D. (2012). Implicações do gênero na adesão à prática de corridas de rua. Recuperado de https://www.efdeportes.com/efd170/genero-na-adesao-de-corridas-de-rua.htm.

Balbinotti, M. A. A. & Barbosa, M. L. L. (2006). Inventário de motivação à prática regular de atividades físicas (IMPRAF–126). Laboratório de Psicologia do Esporte, UFRGS.

Balbinotti, M. A. A., et al. (2007). Dimensões motivacionais de atletas corredores de longa distância: Um estudo descritivo-comparativo segundo o sexo. Coleção Pesquisa em Educação Física, 6(2), 73–80.

Balbinotti, M. A. A. & Barbosa, M. L. L. (2008). Inventário de motivação à prática regular de atividade física e/ou esporte (IMPRAFE-54). Laboratório de Psicologia do Esporte, UFRGS.

Balbinotti, M. A. A., et al. (2015). Perfis motivacionais de corredores de rua com diferentes tempos de prática. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 37(1), 65–73. Recuperado de https://www.scielo.br/j/rbce/a/mRxwm7HXzgGGKDNfrgGnqLQ. DOI: https://doi.org/10.1016/j.rbce.2013.08.001

Corrida Internacional de São Silvestre. (2009). Recuperado de https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_Internacional_de_S%C3%A3o_Silvestre.

CORRIDA É COISA DE MULHER SIM: Números mostram crescimento na participação delas na modalidade. (2018). Revista ESPN. Recuperado de http://espn.com.br/blogs/ativo/753310.

Dallari, M. M. (2009). Corrida de rua: Um fenômeno sociocultural contemporâneo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-02092009-145957/publico/MarthaDallari.pdf.

Dallari, M. M. (2009). Corrida de rua: Um fenômeno sociocultural contemporâneo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-02092009-145957/publico/MarthaDallari.pdf.

Fonseca, M. A. (2000). A motivação dos jovens para o desporto e os seus treinadores. In J. Garganta (Org.), Horizontes e órbitas no treino dos jogos desportivos (pp. 155–174). Universidade do Porto.

Furlan, A. J. (2014). Fatores motivacionais relacionados à prática de corrida de rua por mulheres adultas na cidade de Curitiba/PR. Recuperado de http://cienciadotreinamento.com.br/...curitibapr.pdf.

Lima, L. A. de. (2018). Relação entre tipo de pisada e ocorrências de lesões em membros inferiores em corredores de rua da cidade de Cruz Alta, RS. Recuperado de https://home.unicruz.edu.br/.

Massarella, F. L. & Winterstein, P. J. (2009). Motivação intrínseca e estado de flow em corredores de rua. Movimento. Recuperado de https://seer.ufrgs.br. DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.2659

Ministério da Saúde. (2012). Resolução CNS nº 466/12. Recuperado de https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf.

Nakamura, C. C., et al. (2005). Motivação no trabalho. Revista de Ciências Empresariais, 2(1). Recuperado de https://www.docsity.com/pt/motivacao-no-trabalho/4758521.

Oliveira, E. T. de. (2015). Características e fatores associados dos corredores de rua de Aracaju. Recuperado de https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/4946/1/EDUARDO_TELES_OLIVEIRA.pdf.

Oliveira, S. N. de. (2010). Lazer sério e envelhecimento: Loucos por corrida. Recuperado de https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/23810.

Rojo, J. R., Starepravo, F. A. & Canan, F. (2017). Transformações no modelo de corridas de rua no Brasil: Um estudo na Prova Rústica Tiradentes. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 25(1), 19–28. Recuperado de http://fi-admin.bvsalud.org/document/view/4czbt. DOI: https://doi.org/10.31501/rbcm.v25i1.6126

Ryan, R. M., Frederick, C. M., Lepes, D., Rubio, N., & Sheldon, K. M. (1997). Intrinsic motivation and exercise adherence. International Journal of Sport Psychology, 28, 335–354.

Salgado, J. V. V., & Mikahil, M. P. T. C. (2006). Corrida de rua: Análise do crescimento do número de provas e de praticantes. Conexões, 4(1). Recuperado de https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8637965. DOI: https://doi.org/10.20396/conex.v4i1.8637965

Scalco, L. M. (2010). Por isso corro demais... notas etnográficas de uma corredora iniciante. Revista Brasileira de Sociologia das Emoções, 9(25). Recuperado de https://silo.tips/download/por-isso-corro-demais-notas-etnograficas-de-uma-corredora-iniciante.

Silva, M. dos S. (2012). O papel das assessorias esportivas no crescimento das corridas de rua no Brasil. Recuperado de https://silo.tips/download/o-papel-das-assessorias-esportivas.

Downloads

Publicado

2026-01-30

Edição

Seção

ARTIGOS - CONGRESSO FIEPS

Como Citar

MOTIVADORES DA FIDELIZAÇÃO FEMININA NA CORRIDA DE RUA EM ITAJAÍ. (2026). Fiep Bulletin - Online, 96(1), e7166. https://doi.org/10.16887/q7b90507